Como se preparar para as férias

Olá pessoal

Falta pouco para 2013 acabar e muitas pessoas já programam (ou programaram) as férias tão merecidas.

É um momento para relaxar, porém, o que acontece com certa frequência é que muitos param de estudar em Dezembro e retornam em Fevereiro, ou até mesmo aguardam o Carnaval para retomar os estudos. O que era para ser uma pausa para recarregar as baterias, acaba sendo um intervalo improdutivo que pode até mesmo fazer com que o aluno retroceda nos estudos, por não ter praticado o idioma por dois meses, esquecendo de muito conteúdo.

Como se preparar para as férias, sem comprometer o descanso e ao mesmo tempo praticando Inglês para não cair no esquecimento? Aqui vão algumas dicas:

1) Separe algumas horas por dia para praticar – pode ser lendo um livro, revista, notícias na internet, vídeos, filmes sem legenda. Escolha assuntos de seu interesse, que geralmente você leria ou assistiria em Português e escolha pela versão em Inglês.

2) Se fizer uma viagem internacional, aproveite para exercitar a fala – não tenha vergonha de se expor (afinal, você é turista e totalmente compreensível que não fale 100% a língua do país onde está). Faça amizade com pessoas de outros países e mantenha contato com elas quando retornar da viagem.

3) Peça lição de casa ao seu professor – muitas escolas não dão aula em Janeiro, mas muitos alunos trabalham normalmente neste mês, parando apenas nas últimas semanas de Dezembro. Se este é o seu caso, peça ao seu professor tarefas extras para estudar em Janeiro – programe-se para fazer as lições no mesmo horário em que normalmente você estaria nas aulas de Inglês.

4) Faça sua matrícula ainda em 2013. Não deixe para procurar uma escola ou um professor em Janeiro ou Fevereiro. O quanto antes começar, melhor será seu aproveitamento.

Férias são necessárias para descansar, porém, não podem tirar o foco de seus objetivos maiores na vida. Se quer aprender um idioma, tem que se dedicar e há formas de fazer isso sem sacrificar sua qualidade de vida.

Espero que tenha ajudado e boas férias!!!

Karen

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Flagrantes da falta que o Inglês faz

Olá pessoal

Hoje preciso compartilhar alguns flagrantes que testemunhei esta semana da falta que o Inglês faz.

Fiz uma pequena viagem de férias a Foz do Iguaçu – Paraná (Brasil). Foz do Iguaçu é conhecida pelas cataratas e atrai anualmente milhares de visitantes de todo o mundo. Porém, nem todas as pessoas estão preparadas para receber os turistas estrangeiros… Confiram abaixo alguns “micos” que testemunhei.

1. Aeroporto Internacional de Guarulhos (São Paulo): na sala de embarque, percebo que cerca de 20% dos passageiros do voo a Foz do Iguaçu eram estrangeiros: haviam americanos e chineses. Quando o embarque começou, a agente do aeroporto anunciou o início do embarque em Português e ao iniciar o anúncio em Inglês, “travou” na hora de falar o número do voo e começou a rir desesperadamente junto com seus colegas, que tiravam sarro de seu Inglês. Após um minuto de desespero, ela retomou o anúncio e falou a mensagem inteira, porém, ainda segurando o riso.

 

2. Aeroporto Foz do Iguaçu: chegaram cinco voos ao mesmo tempo. O aeroporto está em reforma e só havia uma esteira para pegar as bagagens. Observei que cerca de 40% das pessoas que chegaram nestes voos eram estrangeiros: chineses, americanos, italianos, argentinos, uruguaios… A esteira estava um caos. De repente, entra uma agente do aeroporto anunciando aos berros que as bagagens eram apenas de um voo específico e que os passageiros dos demais voos deveriam esperar longe da esteira. O que aconteceu? Nada. Poucos brasileiros que entenderam a mensagem se deslocaram e os estrangeiros não entenderam nada e continuaram amontoados ao lado da esteira.

 

3. Hora do almoço: parei com o grupo da agência em que eu estava para almoçar e notei que havia uma família de chineses junto conosco. Na hora de almoçar, eles se sentaram em uma mesa junto com o grupo e a reação das pessoas era de medo. Eu conseguia ler suas expressões que diziam: “e se eles me perguntarem algo, o que eu vou fazer?”. Os chineses eram bem discretos e não conversavam com ninguém. Não falavam uma palavra em Português. Na hora de se servirem no buffet, meu marido os ajudou a encontrar comida. Porém, as bebidas deveriam ser solicitadas aos garçons – que não falavam Inglês e ficavam perguntando e fazendo mímicas à família chinesa, que acabou pegando sua própria bebida depois, sem usar os garçons.

 

4. Passeio às cataratas: além da família de chineses que eu havia conhecido na hora do almoço, havia mais um grupo de cerca de 10 chineses na agência em que estávamos. No dia do passeio às cataratas, o grupo se juntou e adivinhem? A guia não falava Inglês fluentemente. Havia um chinês entre eles que falava Português, porém, nem sempre ele estava por perto. A guia passou por apertos, porém, conseguiu se virar.

 

5. Aeroporto Foz do Iguaçu: no retorno a São Paulo, novamente o voo possuía muitos estrangeiros (os chineses estavam lá novamente). Na hora de anunciar o embarque, a agente do aeroporto foi bem sucinta em Inglês, creio que para evitar alguma gafe, porém, alguns estragos poderiam ter ocorrido com esta atitude. Seguem dois exemplos de anúncios em Português e a tradução anunciada em Inglês:

Português: “Prezados passageiros, informamos que o voo número 5678 com destino a São Paulo iniciará o embarque às 12h30 no portão 5. Daremos prioridade aos passageiros portadores de necessidades especiais; com crianças de colo; gestantes e idosos. Aos demais passageiros, pedimos que aguardem a próxima chamada para embarque.”

Inglês: “Flight 5678 now boarding.”

 

Português: “Prezados passageiros, senhores John Doe, Fulano da Silva, Mary Jane (anunciaram três nomes estrangeiros), informamos que esta é a última chamada ao embarque do voo 7890, com destino ao Rio de Janeiro. Por favor compareçam ao portão de embarque número 4.”

Inglês: “Flight 7890 last call.”

 

Porém, nem tudo foi ruim. Também presenciei muitas pessoas que conseguiram se comunicar perfeitamente com os estrangeiros: no Parque Nacional, onde ficam as cataratas, os guias falavam Inglês e Espanhol e traduziam toda a explicação da trilha ao Macuco Safari aos estrangeiros. No aeroporto de Foz do Iguaçu, haviam atendentes que falavam Inglês e Espanhol e orientavam muito bem os passageiros. Nos hotéis, o atendimento era exemplar e não vi ninguém passar aperto. Também presenciei um garçom em outro restaurante atendendo um grupo de cerca de 15 japoneses, com louvor.

Todas estas lições ficam de aprendizado e reflexão: tenho certeza que os funcionários dos aeroportos e a guia da agência estudam Inglês e se esforçam para atender seus clientes estrangeiros. Apenas senti que falta um preparo maior e aqui fica meu recado e alerta: preparem-se, pois nunca sabemos quando vamos precisar do idioma. O Brasil está cada vez mais em evidência e a qualquer momento você pode cruzar com um estrangeiro lhe parando na rua para pedir uma informação.

See you soon,

Karen

 

Dicas de viagem

Já escrevi sobre como cursos no exterior podem ajudar a deslanchar no aprendizado de idiomas.

Hoje vou dar algumas dicas sobre os procedimentos para viajar:

 

  1. Verifique se o país precisa de visto e de uma confirmação de que você pode se sustentar no período em que estiver no estudando;
  2. Escolha uma escola com base na carga horária, reputação, metodologia e claro, que caiba em seu orçamento;
  3. Verifique a contratação de seguro de viagem internacional, que vai lhe socorrer caso você fique doente ou sofra algum acidente.

 

Hoje existem muitas empresas de intercâmbio que oferecem cursos que vão além do tradicional. Por exemplo: um curso de inglês combinado com aulas de teatro em Nova York.

 

Muitos procuram pelos Estados Unidos e outros locais onde haja praia, público jovem e lazer. Porém, não deixe de focar no seu objetivo maior: aprender Inglês. Caso contrário, sua viagem será apenas turística e seu aprendizado não desenvolverá como você queria.

 

See you soon,

Karen

Meu diário de bordo – férias

Olá pessoal

Como comentei no post anterior, durante o mês de Dezembro estive em férias e aproveitei para estudar Espanhol. Como eu imaginei, não foi fácil! Seguem algumas dicas que aprendi neste período:

 

1. Estabeleça datas para estudar

Marquei em um calendário os dias em que deveria estudar e segui cuidadosamente meu planejamento. Assim, consegui aproveitar estudar sem comprometer o descanso das férias. Minha professora me passou as lições que deveria fazer nas férias para que eu retome as aulas no mesmo ritmo da turma.

 

2. Se for viajar, aproveite para treinar.

Fiquei uma semana viajando e passei pelo Uruguai e a Argentina. Aproveitei para reparar as diferenças de sotaque de Espanhol que cada país tem. Porém, não consegui treinar a fala. Motivo: todos os estabelecimentos por onde passei sabiam diferenciar os brasileiros e acabavam falando um “Portunhol” ou até mesmo Português para nos atender melhor. Arrisquei algumas palavras em Espanhol, mas as pessoas respondiam em “Portunhol” ou Português.

Na Argentina, aproveitei para comprar revistas para ler quando retornar. Comprei de gêneros distintos: uma revista de música, uma de assuntos gerais e negócios e uma coletânea de tirinhas da Mafalda. Assim, o vocabulário fica diversificado.

 

Em resumo, consegui me dedicar aos estudos sem comprometer a diversão e o descanso das férias. Com organização e planejamento, tudo é possível!

Espero que as dicas ajudem vocês neste período de férias e qualquer dúvida, nos procurem!!

 

Boas férias, obrigada pela participação em 2012 e um ótimo 2013!!

 

Buenos Aires

 

Karen

 

Meu diário de bordo – aula 2

Olá pessoal

Continuando minha saga no aprendizado de Espanhol… Seguem as experiências dos últimos dias.

Durante o feriado de 15/11, fiz todas as lições que a professora indicou e procurei formas de ler sempre algo novo em Espanhol.

Encontrei sites de notícias e revistas online e uma forma prática para treinar a leitura foi curtindo as páginas destes sites no Facebook. Assim, todos os dias que eu entrar, verei pelo menos 1 texto em Espanhol para me atualizar.

Lição 1: encontre formas práticas no seu dia-a-dia para praticar o idioma. Será rápido e indolor.

 

A segunda aula foi excelente!! Saí de lá com muita lição de casa e um desafio: entrarei em férias e faltarei a 3 aulas. Neste período, a professora vai me passar lição de casa extra para compensar as aulas que perderei.

Além disso, durante as férias visitarei o Uruguai e a Argentina. Então, vou aproveitar a oportunidade ao máximo para ter contato com o idioma e comprar materiais para estudar no retorno ao Brasil.

Lição 2: férias são boas para descanso, porém, também são oportunidades para se dedicar aos idiomas, já que você não sabe como será o resto do ano…

 

Ao longo de minhas férias, publicarei sobre como estão meus estudos.

Boa semana e até mais!!

Karen

Preparativos Copa do Mundo

Com a Copa do Mundo em 2014, o país receberá a visita de pessoas do mundo inteiro. Com esta mistura de turistas, o idioma mais falado com certeza será o Inglês.

O Brasil, como país anfitrião, deveria proporcionar aos seus visitantes boas orientações em qualquer ponto “turístico” – desde a chegada nos aeroportos até em restaurantes, shoppings, comércio etc.

A pergunta é: estamos preparados para isso? Hoje um estrangeiro ao visitar um shopping, passa dificuldades para fazer compras, pegar um táxi, pedir uma pizza…

Faltam menos de três anos para nos prepararmos. Aqui no blog sempre comentamos que o tempo para aprender um idioma depende principalmente do esforço de cada um.

A demanda por pessoas com bom nível de conhecimento em Inglês na época da Copa do Mundo será grande. Somente quem estiver preparado será escolhido.

Você está se esforçando? Olhe para o futuro e prepare-se!!

See you,

Karen

Depoimento

Olá pessoal!
Esta semana, vamos a mais um depoimento de uma colega que morou no exterior.
“Meu nome é Deborah, sou psicóloga e morei no Canadá por dois anos na cidade de Toronto.
Toronto é uma cidade na qual você encontra todas as culturas. A minha intenção em ir para fora era aprimorar o idioma e ter uma vivência em outro país. Escolhi o Canadá por ser um país que recepciona bem os imigrantes e também devido ao custo ( mais barato que países como a Inglaterra, por ex).
Fechei um curso de inglês quando saí do Brasil, mas não aconselho para quem deseja ir para aprimorar o inglês, pois você acaba aprendendo o mesmo dos cursos de inglês do Brasil. Se você já tem uma boa base de inglês procure um curso específico na sua área de atuação.
Eu fiz quatro cursos na área de RH na George Brown College. Os cursos tem duração de dois a três meses cada. Vale muito a pena!
Se vocês forem para o Canadá, não deixem de conhecer a CN tower, Nigara Falls, Montreal e Quebec! Se tiverem a oportunidade nao deixem de ir ao Grand Prix Canada em Montreal.
Se eu puder ajudar, segue meu e-mail para quem tiver dúvidas ou quiser sugestões: debiepsi@yahoo.com.br
Cheers!

Deborah”